Eles não estão fixos. Têm vontade. São os mensageiros e os regentes cujos ciclos ditam o ritmo da Busca. Cada movimento é uma nota na sinfonia, uma lição de intenção.
Para além do Primeiro Espelho, existem estes. Reflectem a luz da Fonte, sim, mas são filtrados pela vontade do Errante que guardam. São os ecos da influência, as cifras de segunda ordem.
O padrão imutável. As histórias primordiais escritas em fogo fixo. Esta é a arquitectura do destino, o mapa eterno contra o qual a vontade dos Errantes é medida.
O Abismo fértil. Onde o Espírito ainda se move sobre as águas de poeira. Esta é a substância do caos, o berço alquímico onde a Luz primeiro irrompe das Trevas.
Cada um destes é um Cosmos completo, uma outra Criação. São os Fragmentos maiores, ilhas de luz separadas pelo Abismo. A prova de que o padrão se repete, infinitamente.
O padrão não é estático. Por vezes, é interrompido. Um véu que cobre a Luz, um viajante de gelo que rasga a noite. Não são acidentes. São a linguagem urgente do Infinito.
